Indicado de Trump deve ser aprovado pelo Senado a tempo de participar do encontro do FOMC em setembro.
O Senado dos Estados Unidos, liderado pelos republicanos, deve confirmar Stephen Miran como novo membro do Federal Reserve antes da reunião de política monetária marcada para 16 e 17 de setembro, cumprindo a meta ambiciosa do governo de Donald Trump, salvo eventuais falhas processuais ou oposição inesperada.
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Os democratas admitem não ter votos para barrar a indicação e só podem atrasar brevemente o processo no Comitê Bancário e no plenário.
- Trump nomeou Miran, seu conselheiro próximo, para ocupar a vaga aberta com a saída da governadora Adriana Kugler.
- Ele já foi aprovado neste ano como presidente do Conselho de Assessores Econômicos por 53 a 46, sem votos contrários de republicanos.
Mesmo com a confirmação praticamente garantida, Miran deve ser questionado sobre a decisão de Trump de demitir Lisa Cook e sobre os esforços da Casa Branca para pressionar o Fed a reduzir juros.
- Republicanos como o senador John Kennedy também podem levantar preocupações sobre a independência da instituição, defendendo o presidente Jerome Powell diante das críticas.
O líder da maioria no Senado, John Thune, tem seguido a Casa Branca na priorização de indicações, enquanto o secretário do Tesouro, Scott Bessent, reforçou que o objetivo é confirmar Miran antes da reunião do FOMC.
- Trump pode perder até três votos republicanos no plenário sem comprometer a aprovação, mas tem tido sucesso em avançar até mesmo nomes considerados mais polêmicos.
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